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terça-feira, 11 de julho de 2017

Bodas de Vime ou Cerâmica

Parabéns, Ricardo Wagner e Layane. 
Que Deus cotinue abençoando a união de vocês. Que o amor continue cada dia mais forte.
Parabéns!

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Dados sobre Floriano

Clima
Justamente por se localizar no interior do estado, Floriano apresenta clima tropical semiárido. As temperaturas ficam entre 21 °C e 36 °C e as chuvas são mais escassas do que no norte do Piauí - com período seco de seis meses. As chuvas predominam entre os meses de novembro e abril.

População
População: 62.158 habitantes
Área Total: 3.403,7 km²
Densidade Demográfica: 19,2 hab/km²

Vegetação
O cerrado é a vegetação predominante na região, mas há regiões onde se verifica a mistura com caatinga, também. Na agricultura, os destaques são a castanha de caju e a mandioca. Exporta óleos de amêndoas e babaçu, algodão em pluma e arroz.

Indústrias
Cartonagem São Francisco
Fábrica de Água Mineral Água Fina
Fabrica de Velas Maria Clara
Indústria de Sorvetes Quy Sorwetto
Laboratório Industrial Farmacêutico Sobral
Sorvetes Gelatt's Indústria e Comércio Ltda.

Saúde
O município de Floriano  dispõe de  vasta rede de clínicas privadas, além de um Hospital Regional. 
A cidade conta com hospitais e clínicas particulares e várias unidades básicas de saúde - UBS espalhadas pela cidade, que atendem a demanda da microrregião em diversas especialidades. 
É no Bairro Manguinha, situado na zona sul da cidade, que se concentra a maior quantidade especializada e significativa em relação aos serviços de saúde. 

Fonte:
Floriano. Disponível em:https://pt.wikipedia.org/ Acesso em: abr 2017
 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Relembrando as quadrilhas caipiras dos casais de Floriano

Bons tempos se passaram em Floriano em que os casais se permitiam cair na brincadeira das festas juninas e se divertiam ao som de muito forró, alimentados e animado por muitas comidas  bebidas típicas.  
Era uma época em que as pessoas se permitiam. Trocavam ideias, jogavam conversa fora. Vestiam suas fantasias, caiam na folia das quadrilhas caipiras e, depois de uma noite de festança e comilança entre amigos, sentiam-se revigorados para continuar a labuta.
Essa fotos eu retirei do baú de Beatriz Gadelha Fontes. 

 

 













Limites de Floriano, PI


Dados históricos de Floriano - PI




Floriano é um município brasileiro do estado do Piauí. Floriano situa-se na Zona Fisiográfica do Médio Parnaíba, à margem direita desse mesmo Rio, em frente à cidade de Barão de Grajaú, Maranhão.

  • Prefeito: Joel Rodrigues da Silva (PP); (2017–2020)
  • População: 57.700 (2008)
  • Fundação: 8 de julho de 1897 (120 anos)
  • Aniversário: 8 de julho

 Floriano situa-se na Zona Fisiográfica do Médio Parnaíba, à margem direita desse mesmo Rio, em frente à cidade de Barão de Grajaú, MA. A cidade fica a 240 km da capital do estado do Piauí, Teresina.
Suas coordenadas geográficas são:

  • 06°46'01” de latitude sul,
  • 43°01'22” de longitude oeste.
  • Altitude: 140 metros.
  • Clima: quente seco, no verão, e úmido na época das chuvas.
  • Acidentes geográficos do Município: Rio Parnaíba, que banha a cidade e o município em toda sua extensão. E os rios Gurgueia e Itaueira.

 De acordo com os dados do IBGE (2013), Floriano é a 5ª cidade mais rica do estado com PIB - Produto Interno de Bruto de 778 mil de reais, onde o setor de serviços é o mais importante na economia do município. O setor de serviços de saúde também vem se destacando como atrativo para o Município.
Floriano tornou-se um grande polo educacional, pois possui vasta rede de ensino, especialmente, em nível superior e técnico.

DADOS HISTÓRICOS DO MUNICÍPIO

O município de Floriano situa-se na área das sesmarias que, em 1676, a Coroa Lusa concedeu a Domingos Afonso Mafrense, Julião Afonso Serra, Francisco Dias D'Ávila, Bernardo Gago, Domingos de Oliveira Lima, Manoel Oliveira Porto, Catarina Fogaça, Pedro Vieira Lima e Manoel Ferreira, influentes baianos, que jamais vieram em suas terras piauienses.  Tais concessões estendiam-se por dez léguas em quadro de terras, para cada um, nas margens do Rio Gurgueia. Posteriormente, os contemplados,  junto com Francisco de Souza Fagundes, obtiveram mais dez léguas em quadro, de terras nas margens do Parnaíba. Dai a criação de gado começou a se expandir com rebanhos vindos de Cabo Verde. A criação de gado foi se transformando em fonte principal de riquezas e, com o tempo, os currais se multiplicaram.

O município de Floriano situa-se na área em que Domingos Afonso Mafrense fundou as primeiras fazendas de gado no Piauí. Elas constituiriam o centro da expansão da pecuária piauiense.
Com a morte de Mafrense em 1671, 30 de suas fazendas foram doadas aos padres jesuítas. Com a administração das fazendas pelos jesuítas, observaram-se grande progresso e desenvolvimento dessas fazendas durante os 89 anos de administração das terras pelos padres. Porém, em 1760, com a expulsão dos padres jesuítas do Brasil pelo Marquês de Pombal, as referidas fazendas passaram para o poder da Província do Piauí. Após a expulsão dos jesuítas, o governador da época, João Pereira Caldas, solicitou o sequestro ou tomada das fazendas e fez o arrolamento dos bens das mesmas. Depois as dividiu em três inspeções com nomes de Canindé, Nazaré e Piauí.

Em 1873, desmembram-se, da inspeção de Nazaré, as fazendas: Guaribas, Serrinha, Matos, Algodões, Olho D'água e Fazenda Nova, para formarem a Colônia Rural de São Pedro de Alcântara, criada pelo Decreto Imperial nº 5.292, de 10 de setembro de 1873. A frente do projeto da Colônia Rural se encontrava Francisco Parentes, o primeiro agrônomo do Piauí, formado na França, que havia sido comissionado pelo Ministério da Agricultura do Brasil para estudar, minuciosamente, as condições de criação de gado bovino no Piauí, especialmente nas fazendas da Inspetoria de Nazaré. A sede da colônia estava situada à margem direita do Rio Parnaíba, a 60 léguas acima da cidade de Teresina, na época, capital da Província do Piauí, e a 150 léguas do litoral, no lugar chamado “Chapada da Onça”.

As fazendas acima mencionadas formariam o patrimônio da Colônia, e as mesmas foram consideradas pelo Ministério da Agricultura e da Fazenda, para o fim de formar a Colônia Rural, por Aviso de 10 de junho de 1873. As fazendas, que pertenciam à Inspetoria de Nazaré, contavam de 21 léguas de comprimento por 20 de largura, em excelentes terras, com pastagens de boa qualidade e foram doadas com três casas, currais e gado bovino existentes, em número de 10.000 cabeças.

Francisco Parentes encontrava-se no Rio de Janeiro, finalizando entendimentos para o início dos trabalhos a partir de Teresina e a bordo do vapor “Piauhy”, seguido de grande comitiva, o governador do Piauí, na chamado de Presidente da Província do Piauí, Adolpho Lamenha Lins, seguiu para o local da fundação, onde, no dia  10/06/1873, lança a pedra fundamental do edifício principal (atual Terminal Turístico de Floriano) A pedra continha a seguinte inscrição: “São Pedro d'Alcantara — Estabelecimento Rural, fundado por Decreto n° 5.392, pelo agrônomo piauiense Francisco Parentes, na presidência do Exmo. Senhor doutor Adolpho Lamenha Lins, 1874.”

Quando as obras do edifício sede já estavam quase concluídas, Francisco Parentes contraiu febre maligna. Levado às pressas em uma canoa para Amarante, a procura de socorro médico, ali morreu, aos 37 anos de idade, no dia 16 de junho de 1876. Apesar da morte de Francisco  Parentes, a obra teve continuidade.

Na época por algum tempo não eram permitidas construções de casas particulares na área do Estabelecimento, o que impedia o desenvolvimento mais rápido da sede da Colônia.  
Na administração de Ricardo Ferreira de Carvalho, diretor do Estabelecimento Rural São Pedro de Alcântara, foi permitida a edificação de casas na colônia, o que era facilitado pela direção do Estabelecimento.

No edifício-sede funcionava uma escola para os filhos dos escravos (ambos os sexos), órfãos e libertos pela lei de 28 de setembro de 1871.
A escola não ensinava somente as letras, mas o ofício de mecânico, técnicas agrícolas, arte de curtume, alfaiataria, fabricação de produtos de laticínios, além de estudo religioso, música, física e química.
No lugar denominado Brejo havia um campo experimental agrícola mantido pelo Estabelecimento. Em 1884 recebeu tentativa de reforma por parte do Governo Imperial.
Em 1887, e com o aumento da população, elevou-se, o povoado sede do Estabelecimento à categoria de vila, com o nome de Vila da Colônia, por força da resolução nº 2, de 19 de junho 1890, transferindo para ela a oficialidade da Vila da Manga.

Por força da resolução citada, a nova Vila ficou pertencendo à jurisdição civil e criminal da comarca de Jerumenha, sendo seu termo um distrito de paz.
Poucos dias depois, a resolução nº 3, de 26 de junho de 1890, desmembrou o termo da Colônia da Comarca de Jerumenha, para a formação de uma nova comarca com denominação de Colônia, assim ficando até 1892, quando, pela lei 18, de 12 de dezembro do mesmo ano, foi cassada sua autonomia judiciária, passando a seu termo a integrar a comarca de Amarante.
A lei nº 67, de 25 de setembro 1895, extinguiu a vila e o Município.
Em 18 de junho de 1895 era restabelecida a autonomia da vila e do Município com os seus primitivos limites, voltando o termo judiciário, ainda, a pertencer à comarca de Amarante.
A Lei 144, de 8 de julho de 1897, elevou a Vila da Colônia à categoria de cidade, com a denominação de Cidade Floriano, homenagem ao “Marechal de Ferro” Floriano Peixoto.
A lei foi assinada pelo governador da Província do Piauí, Raimundo Artur de Vasconcelos.
A lei n° 154, de 16 de junho de 1897, criou a Comarca de Floriano, de 1ª Entrância.

Bibliografia:

Coleção de Monografias Municipais. Aspectos geográficos e históricos. Nova Série - nº. 257
FERNANDES, José Nunes; Aspectos da Arquitetura de Floriano - Teresina: Gráfica Teresina, 1991. 
FLORIANO. Aspectos Gerais. Almanaque Cariri, Ano 1952.
LOPES, Luiz Paulo - Flagrantes de uma cidade; Teresina: Jolenne, 1997.
Origem de Floriano. Disponível em: .http://www.floriano.pi.leg.br/origem-de-floriano> acesso em: mar 2017. 
SANTOS, José Bruno dos - Transpondo Barreiras; 2ª ed. Teresina: COMEPI, 1999. 
SOBRAL NETO, Teodoro Ferreira. Floriano de Hoje e Ontem - Teresina: Halley, 1997.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Caros internautas

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Importante

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Extrato de amora

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