Em muitas culturas a romã é símbolo de prosperidade, devido a quantidade de sementes que possui. A romã costumava ser ingerida por mulheres em cerimônias religiosas na Grécia Antiga a fim de evocar fartura e fertilidade.
Em alguns lugares aqui no Brasil no “Dia de Reis” (06/01), costuma-se chupar meia dúzia de sementes de roa e guardar os caroços na carteira para garantir dinheiro o ano inteiro.
Em outros lugares, utiliza-se tal prática na passagem do ano, a meia noite. Na casa de mamãe sempre comemos e distribuímos romãs para os vizinhos.
Judeus: esperança do ano novo
Romanos: ordem e riqueza
Gregos: fecundidade, consagrada à deusa do amor e da beleza (Afrodite)
A romã é considerada um símbolo da fecundidade pela quantidade excessiva de sementes. A abertura da romã é associada a defloração. Ela é um símbolo do amor, da vida e da morte.
Na Roma Antiga, jovens recém-casados usavam coroas de ramos de romãzeira.
Na Roma Antiga, jovens recém-casados usavam coroas de ramos de romãzeira.
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