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"A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta" Fernando Pessoa

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terça-feira, 22 de março de 2011

A arte no Egito

Oi garotada!
Eis um resumo do nosso tema. Não deixem de pesquisar e aprofundar seus conhecimentos. 
Boa leitura.


1.       A importância da religião
A religião influenciava toda a vida egípcia, interpretando o universo, justificando sua organização social e política, determinando o papel de cada classe social e, conseqüentemente, orientando toda a produção artística desse povo.

2.       Uma arte dedicada à morte

A arte egípcia concretizou-se, desde o início, nos túmulos, nas estatuetas e nos vasos deixados junto aos mortos.
As tumbas dos primeiros faraós eram réplicas das casas em que moravam, enquanto as pessoas sem importância social eram sepultadas em construções retangulares muito simples, chamadas mastabas. Entretanto, foram as mastabas que deram origem às grandes pirâmides construídas mais tarde.

3.       A importância do poder religioso e político

Por volta de 2780 a.C., no Antigo Império, a sociedade egípcia já apresentava uma estrutura bastante complexa. Nessa época o soberano Djoser exerceu o poder autoritário e transformou o Baixo Egito, com a capital em Mênfis, no centro mais importante do reino.
Desse período restaram importantes  monumentos  artísticos, feitos para atestar a grandiosidade e a imponência do poder político e religiosos do faraó. A pirâmide de Djoser, construída na região de Sacará, pelo arquiteto Imotep, é talvez a primeira construção egípcia de grandes proporções.
Mas são as pirâmides do deserto de Gizé as obras arquitetônicas mais famosas: Quéps (146 m de atura e 54.300 m², Quéfren e Miquerinos. E a esfinge que representa o faraó Quéfren (20m de atura e 74 m de comprimento)  

 4.       Uma arte de convenções
As pinturas e os baixo-relevos seguiam muitas regras, entre elas, a lei da Frontalidade, que caracterizava a arte.
A manifestação artística que ganhou as mais belas representações no Antigo Império foi a escultura. Apesar de nessa arte existirem também muitas convenções, a escultura desenvolveu uma expressividade que surpreende o observador, revelando traços raciais e sua condição social.
Porém, no Médio Império o convencionalismo e o conservadorismo das técnicas de criação voltaram a produzir esculturas e retratos estereotipados. 

5.       O apogeu do poder das artes
Foi no Novo Império que o Egito viveu o apogeu do seu poderio e de sua cultura. São reiniciadas as grandes construções. Exemplos: templos de Carnac e de Luxor, dedicados ao deus Amon.  Esteticamente o aspecto mais importante desses templos é o novo tipo de coluna.
Um dos monumentos mais importantes dessa época é o túmulo da rainha Hatshepsut (1511 a 1480 a.C.), construção imponente e harmoniosa. A pintura apresenta cores mais vaiadas do que a dos períodos anteriores. Perde-se a rigidez da postura e as figuras parecem ganhar movimento.
Após a morte de Amenófis IV, os sacerdotes retomaram seu antigo poder, passando a dirigir o Egito ao lado do faraó, Tutancâmon.
Com o fim do reinado de Tutancâmon, Ramsés II, consegue a expansão do poderio político do Egito e conseqüentemente a arte do seu reinado é uma demonstração de poder. Época em que os hieróglifos são inseridos como elemento estético com a intenção de deixar gravados para a posteridade os feitos do rei.
Após a morte de Ramsés II, há um declínio do poder real. 

 Resumindo...

·         Toda a arte era voltada para a religião.
·         Deuses associados aos fenômenos cósmicos e terrenos
·         Faraó: deus vigente fazia a relação entre os homens e os deuses.
·         Destaques da arte: arquitetura e escultura. Destaque também para os baixo-relevos, que são uma ligação entre a escultura e a pintura.
·         Arquitetura: monumentos funerários e religiosos
·         Monumentos funerários: pirâmides (faraós), mastabas (nobres) e hipogeus (povo)
·         Monumentos religiosos: templo, obelisco e esfinge.
·         Clientela das artes: aristocracia e sacerdotes

Características gerais:
a)      Realismo;
b)      Lei da frontalidade - determinava que o tronco da pessoa fosse representado de frente, enquanto a cabeça, as pernas e os pés eram representados de perfil.;
c)       Idealismo - representando um ideal dos seres, e não o seu aspecto real.;  
d)      Grandiosidade e monumentalidade;
e)      Predomínio do cheio sobre o vazio;
f)       Lei áulica – o tamanho das pessoas representadas variava em função de sua posição social;
g)      Decoração com hieróglifos,
h)      Pinturas e relevos;
i)        Figuras rígidas em repouso absoluto;
j)        Convencionalismo – contorno das figuras masculinas eram preenchidos com vermelho e das figuras femininas de amarelo-ocre;
k)      Predominância das formas piramidais e simétricas, buscando a simplificação das formas.

A música

·         Vinte séculos antes de Cristo utilizava-se a música em danças de luto ou de júbilo, cantos cerimoniais diversos como: adoração ao Sol, banquetes rituais, colheitas, etc.
·         A música consiste em cantos acompanhados por instrumentos.
·         No Antigo e Médio Egito: a música era ligada com a tradição religiosa, sendo escolhidos músicos masculinos para tocar, cantar e dança.
·         A harpa e a flauta eram usados em ofícios religiosos acompanhando o canto  e, com palmas, formavam melodias suaves e comedidas.
·         A música vocal era indispensável ao culto.








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Bibliografia

CALABRIA, Carla Paula Brondi; MARTINS, Raquel Valle. Arte, história e produção 2: mundo. Ed. Renovada. São Paulo: FTD, 2009.
HONÓRIO, Cíntia Maria. Arte e caminhos: construção e fruição. Curitiba: Base, 2007.
PROENÇA, Maria das Graças. História da Arte. São Paulo: Ática, 2000.
Arte egípcia. Disponível em: http://historiadaarte2009.blogspot.com/2009_08_01_archive.htmlAcesso em 18 mar 2011

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