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terça-feira, 21 de abril de 2009

Infância e Juventude de Hitler

Adolf Hitler nasce em Braunau am Inn, na Áustria. Em 20 de abril de 1889. Em 1907 - Setembro: Muda-se para Viena. Em setembro de 1908, tenta entrar para a Academia de Belas-Artes de Viena. Mas não consegue ser admitido. Se ele tivesse sido admitido teria sido um Grande Mestre da pintura ao invés de Grande Ditador?
Hitler morava numa pequena localidade perto de Linz, na província da Alta-Áustria, próximo da fronteira alemã, e que na época era parte do Império Austro-Húngaro. O seu pai, Alois Hitler (1837-1903), que nascera como filho ilegítimo, era funcionário da alfândega. Até aos seus quarenta anos, o pai de Hitler, Alois, usou o sobrenome da sua mãe, Schicklgruber.
Em 1876, passou a empregar o nome do seu pai adotivo, Johann Georg Hiedler, cujo nome teria sido alterado para "Hitler" por erro de um escrivão. Adolf Hitler chegou a ser acusado, por inimigos políticos, de não ser um Hitler mas sim um Schicklgruber. A própria propaganda dos aliados fez uso desta acusação ao lançar vários panfletos sobre diversas cidades alemãs com a frase "Heil Schicklgruber" - ainda que estivesse relacionado, de fato, aos Hiedler por parte da sua mãe. Isso poderia influenciár o seu preconceito, a sua fixação por uma raça pura?
A mãe de Hitler, Klara Hitler (nome de solteira Klara Polzl), era prima em segundo grau do seu pai. Ela foi levada por Alois para tomar conta dos seus filhos, enquanto a sua segunda mulher, estava doente e prestes a morrer. Alois casou-se, pela terceira vez, com Klara, depois de ter esperado meses por uma permissão especial da Igreja Católica, concedida exatamente quando Klara já estava grávida. No total, Klara teve seis filhos de Alois. Entretanto apenas Adolf (o quarto), e sua irmã Paula (mais nova), sobreviveram à infância.
Hitler era devotado à sua complacente mãe e, presumivelmente, não gostava do pai, que apreciava a disciplina e o educava severamente.
Hitler é respeitoso para com a figura de seu pai,em seu livro "Mein Kampf", mesmo assim refere-se as discussões irreconciliáveis que teve com ele acerca da sua firme decisão em se tornar artista. De fato, interessou-se por pintura e arquitetura. O pai opunha-se firmemente a tais planos, preferindo que o filho fizesse carreira na função pública.
Adolf era um rapaz inteligente, porém, mal-humorado. Por ser desde cedo boêmio, foi reprovado por duas vezes no exame de admissão à escola secundária de Linz. Ali, começou a acalentar idéias pangermânicas, fortalecidas pelas leituras que o seu professor, Leopold Poetsch, um anti-semita bastante admirado pelo jovem Hitler.
Em Janeiro de 1903 morreu Alois Hitler, vítima de apoplexia. Em Dezembro de 1907 morreu Klara, de câncer), o que o teria afetado sensivelmente.
Com dezenove anos de idade Adolf era órfão e em breve partiu para Viena, onde tinha uma vaga esperança de se tornar um artista. Tinha, então, direito a um subsídio para órfãos, que acabaria por perder aos 21 anos, em 1910.
Em 1907 fez exames de admissão à Academia das Artes de Viena, sendo reprovado duas vezes seguidas. Nos anos seguintes permaneceu em Viena sem um emprego fixo, vivendo inicialmente do apoio financeiro de sua tia Johanna Pölzl, de quem recebeu herança. Chegou mesmo a pernoitar num asilo para mendigos na zona de Meidling no outono de 1909. Segundo o historiador Sebastian Haffne os outros mendigos deram-lhe a alcunha de "Ohm Krüger".
Teve então a idéia de copiar postais e pintar paisagens de Viena - uma ocupação com a qual conseguiu financiar o aluguel de um apartamento, na rua Meldemann. Pintava cenas copiadas de postais e vendia-as a mercadores, simplesmente para ganhar dinheiro, não considerando as suas pinturas uma forma de arte. Fez ao contrário do mito popular, uma boa vida como pintor, ganhando mais dinheiro do que se tivesse um emprego regular como empregado bancário ou professor do liceu, e ainda tendo de trabalhar menos horas. Durante o seu tempo livre frequentava a ópera de Viena, especialmente para assistir a óperas relacionadas com a mitologia nórdica, de Richard Wagner, e cujas produções viria, mais tarde, a financiar, como meio de exaltação do nacionalismo germânico. Muito de seu tempo era dedicado à leitura.
Em Viena Hitler começou a perfilar-se como um ativo anti-semita, particularidade que governaria a sua vida e que foi a chave das suas ações subsequentes. Viena tinha uma larga comunidade judaica, incluindo muitos Judeus Ortodoxos da Europa de Leste. Hitler tomou aí contato com os judeus ortodoxos, que, ao contrário dos judeus de Linz, distinguiam-se pelas suas vestes. Intrigado, procurou informar-se sobre os judeus através da leitura, tendo comprado em Viena os primeiros panfletos abertamente anti-semitas que leu na vida, como relata em Mein Kampf.
Em Viena, o anti-semitismo tinha-se desenvolvido das suas origens religiosas numa doutrina política, promovida por pessoas como Jörg Lanz von Liebenfels, cujos panfletos foram lidos por Hitler; políticos como Karl Lueger, o presidente da câmara de Viena, e Georg Ritter von Schönerer, fundador do partido Pan-Germânico. Deles, Hitler adquiriu a crença na superioridade da "Raça Ariana" que formava a base das suas visões políticas e na inimizade natural dos judeus em relação aos "arianos", responsabilizando-os pelos problemas económicos alemães.
Foi também em Viena que tomou contato com a doutrina marxista, tendo "aprendido a lidar com a dialética deles", na discussão com marxistas, "incorporando-a para os meus fins".
Em 30 de abril de 1945 Hitler suicida-se, enquanto os exércitos soviéticos entram em Berlim.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolf_Hitler#A_fam.C3.ADlia_de_Hitler

Extrato de amora

De todas as postagens feitas aqui, o extrato de amora é a que é mais vista e mais comentada. Realmente há muitos depoimentos favoráveis ao extrato de amora, portanto, sinta-se a vontade para conhecer um pouco sobre os seus benefícios.
Quantos agoras perdemos esquecendo que o risco pode ser a salvação de muitas alegrias de nossas vidas... O medo que nos impede de sermos ousados agora, também está nos impedindo de vermos a linda pessoa que podemos ser. (Clarice Lispector)